A busca pelo padrão de beleza universal e atemporal data milhares de anos, quem dirá os gregos cuja civilização preocupava-se demasiadamente com a simetria e a perfeição. Segundo estudos mais aprofundados, a beleza pode ser medida de acordo com uma equação matemática, concluindo-se que havia uma simetria facial.
Na hora de testar a simetria do rosto, olhos, órbitas oculares, orelhas e nariz também passam por uma régua para averiguação.
O rosto, como mostrado pela figura é divido em terços.
Para que ocorra uma proporção ideal da vista frontal, a largura da base do nariz deve se aproximar à distância intercantal, ou seja, a distância entre os cantos dos olhos, assim como o tamanho da boca tem de ter a mesma distância entre as duas pupilas.
Existe uma boa simetria facial quando o a distância entre o comecinho do nariz e o queixo é igual à distância do nariz para a sobrancelha. Para avaliar a simetria dos lábios, eles precisam estar em repouso ou esboçando um sorriso.
É válido lembrar que essa simetria também pode variar de acordo com o grupo étnico. Por exemplo, pessoas negras frequentemente apresentam valores maiores entre essas distâncias.
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